Lula é o adversário. Flávio é o problema
Opor-se a Lula é legítimo. O problema é o preço: quatro anos explicando Vorcaro, com a direita vestida por um candidato investigado no STF.
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Editora de Política, Auriverde
Júlia Rocha é editora de política do Auriverde. Edita a cobertura de política do Auriverde. É formada em jornalismo pela UFPA, com passagens por redações em Itabuna e no eixo Rio–São Paulo. Passou por redações de rádio e televisão antes de se dedicar ao jornalismo digital. Tem experiência em apurações com dados públicos e Lei de Acesso à Informação. Acredita que transparência e dado aberto são tão importantes quanto a manchete.
Opor-se a Lula é legítimo. O problema é o preço: quatro anos explicando Vorcaro, com a direita vestida por um candidato investigado no STF.
Segundo a Folha, a equipe econômica de Flávio discutiu limitar o reajuste de aposentadorias e do BPC à inflação e congelar os pisos da saúde e da educação.
Pela Lei 10.609/2002, a equipe do eleito pode ser nomeada a partir de 27 de outubro e deve deixar os cargos até dez dias após a posse, em 5 de janeiro.
No sistema proporcional, as cadeiras são divididas primeiro entre os partidos; candidatos precisam de ao menos 10% do quociente para ficar com uma vaga.
Nos portais oficiais, qualquer pessoa consulta como o deputado ou senador votou, o que propôs, quanto gastou da cota e como falar com o gabinete.
Texto aprovado pelo Congresso na semana passada tira da lei o piso de 20% do imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50.
Projeto prevê superávit nas contas e limita gastos com pessoal; texto começa a tramitar na Comissão Mista de Orçamento, ainda sem a LDO votada.